Palavra do Presidente
Paulo Ritz

Paulo Ritz
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Editorial: O VOTO DA REVOLTA!

Acabamos de passar por um dos processos eleitorais mais difíceis de todos os tempos e temos que fazer algumas reflexões.

A primeira delas é que o Brasil elegeu um protesto e não um Presidente. Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil porque assumiu o discurso de revolta da maioria – não dos brasileiros, mas da maioria dos que foram às urnas e exerceram o direito ao voto.

O sentimento e o desejo é de que a Democracia se perpetue e que nosso futuro Presidente tenha a sensibilidade de olhar para o seu povo, não como um Rei, mas sim como um Presidente deve fazer. Afinal quem o elegeu não foram apenas os empresários, mas centenas de milhares de trabalhadores que entre a razão e a revolta, optaram pelo voto de revolta.

Pela primeira vez na minha vida eu torço para que um Presidente eleito não cumpra todas as suas promessas de campanha. Entre elas a de retirar direitos/benefícios dos trabalhadores e a de dar posse de terra aos indígenas para que eles possam vendê-las aos senhores do agronegócio, senhores esses que bancaram a campanha de Bolsonaro.

Não devemos esquecer que o Sr. Jair Bolsonaro mora no Rio de Janeiro e que hoje a segurança está nas mãos do Exército. Então eu me pergunto: O problema da violência no Rio de Janeiro está solucionado?

O Sindicato é um agente fundamental na relação entre Capital e Trabalho. Nós sempre estaremos do lado dos nossos trabalhadores e não vamos aceitar que retirem direitos ou benefícios da classe trabalhadora. Também não vamos engolir a desculpa de que é para gerar empregos. Não vamos cair nessa! O que os empresários querem é reduzir direitos e benefícios simplesmente para aumentar seus lucros. Eles esquecem que quem movimenta esse país somos nós, trabalhadores e consumidores.

Queremos emprego sim, mas não abrimos mão de direitos e benefícios. O que onera nosso País não são os benefícios, e sim os impostos e tributos que sobrecarregam as empresas para sustentar o alto custo de um verdadeiro cabide de empregos chamado de governo.

A ordem é UNIÃO e é exatamente isso que vamos fazer.

O Sintercamp sempre esteve e sempre estará do lado do trabalhador.

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